Archive for Março, 2020

Consequências do tal vírus

Março 29, 2020

Bandeira da Suécia

Curiosamente o governo do reino da Suécia não encerrou as escolas nem as actividades produtivas e só recomendou a maior moderação nas saídas de casa aos idosos e grupos de risco.

Parar tudo pressupõe o Estado poder subsidiar as famílias e isso quando acontece nunca pode ser por longos períodos.

Vivemos momentos de grande ansiedade em toda a Europa, porque é na Europa que o “coronavírus” tem causado milhares de mortos.

Nenhum governo estava preparado para tal e parece ser fundamental as populações respeitarem as directivas no sentido de se ultrapassar esta calamidade.

Se formos ver opiniões e comentários nas redes sociais de há uns 15 dias atrás, todos em Portugal se insurgiam contra o governo não fechar tudo e já.

Há algum governo que aguente pagar essa paragem às famílias e empresas durante muito tempo?

Só é possível a “quarentena” porque AGRICULTORES e PESCADORES continuam a trabalhar.

Criticar é fácil. Colaborar terá mais importância.

Manuel Peralta Godinho e Cunha

coronavírus

O coronavírus

Março 18, 2020

Vacina

Na China começou o surto.
Os chineses vendem os reagentes para a verificação do vírus.
Os chineses vendem milhões de máscaras.
Os chineses vendem os ventiladores para os hospitais.
Equipas médicas de chineses já estão em Itália e Espanha para ensinar no combate ao vírus. Mais se preparam para vir para outros países da Europa.
A economia não aguenta a paragem de toda a actividade produtiva. Os chineses compram empresas falidas na Europa e nos Estados Unidos.

E agora, para completar, a China diz que já tem uma vacina!

Muita coincidência.

Manuel Peralta Godinho e Cunha

Uma data triste – 11 de Março de 1975

Março 11, 2020

11 de março de 1975

O 11 de Março de 1975 foi a triste data após o golpe militar do 25 de Abril de 1974. O general Spínola ensaiou um golpe militar para travar os excessos dos movimentos de esquerda, mas nada lhe correu bem e teve que fugir para Espanha. O Partido Comunista e a extrema esquerda, aproveitando a oportunidade, iniciam um processo de condução do país no sentido de uma ditadura do proletariado de tipo soviético, extinguem a Junta de Salvação Nacional e o Conselho de Estado e criam o Conselho da Revolução e a Assembleia do Movimento das Forças Armadas (MFA) e é dada ordem do Comando Revolucionário (Copcon) para prenderem empresários e dirigentes das empresas conotados com a direita ou com o anterior regime.

O coronel Vasco Gonçalves é imposto pelo MFA como primeiro ministro e com a apoio dos comunistas e outras forças de esquerda, começou a destruir a economia capitalista do país, incrementando a ocupação de terras e empresas e foram  implementadas nacionalizações de bancos e companhias de seguros a partir do dia 14 de Março com o objectivo de crescente intervenção do Estado na economia nacional e a transição para uma sociedade de tipo socialista. No Ultramar o almirante Rosa Coutinho e demais comparsas colaborando com os movimentos  de guerrilha de índole marxista, a  economia  colonial é desmantelada, deixando tudo entregue a esses  movimentos que só estavam preparados para a guerra e não para governar  e fomenta-se a terra queimada com o regresso apressado, em ponte aérea, de milhares e milhares de retornados.

O  golpe de 11 de Março de 1975 da responsabilidade do general António de Spínola, que fracassou. provocou assim a radicalização da esquerda nas Forças Armadas e as decisões que foram tomadas posteriormente deixaram a economia do país próximo na miséria, não fora as 847 toneladas de ouro do Estado Novo – “o ouro de Salazar” – que os revolucionários encontraram no Banco de Portugal e que deu para custear grande parte das asneiras.

O país ficou a saque, entregue ao oportunismo e desmando dos que se acotovelavam para chegar ao poder e só mais tarde o tenente-coronel António Ramalho Eanes, em 25 de Novembro de 1975, é que inverte a tendência marxista no território nacional, repõe a ordem e permite a instauração de uma democracia pluralista.

Passaram entretanto 45 anos depois da triste data de 11 de Março de 1975, a última revolução socialista da Europa e que colocou Portugal à beira de uma guerra civil, onde muitos civis estavam armados, a confusão de ideias era desmedida dentro dos quartéis e existiam Brigadas Revolucionárias (BR) na clandestinidade que apelavam à insurreição armada.

Manuel Peralta Godinho e Cunha

 

 

 

Merecido Indulto

Março 10, 2020

A.Ferrera - Olivemça 7.03.2020

Antonio Ferrera em Olivença na tarde de 7 de Março de 2020 lidou o toiro “Atajante” bravíssimo de Garcigrande. O público pediu o indulto da morte do toiro e o Presidente colocou o lenço cor de laranja a confirmar o perdão.

O toiro regressou à ganadaria para ficar como semental num lote de vacas.

A  dignidade e elevação da Festa é assim, o toiro verdadeiramente bravo liberta-se da morte.

https://www.feria.tv/video-3948_olivenza-le-r%C3%A9cital-de-antonio-ferrera.html?fbclid=IwAR2V3nUrjv9B3wjtV2m1aPri5vp_J8NIcEE1QBeLY6pFjPord9jYGNrJqP

Manuel Peralta Godinho e Cunha

 

Indulto-Plivença 7.03.2020

Sensibilidade

Março 3, 2020

Roca Rey - Bogotá 2020

Para gostar da “corrida de toiros” é necessário sensibilidade antes de ter os conhecimentos tauromáquicos suficientes. Sem essa sensibilidade não há aproximação à Festa.

E a falta de sensibilidade condiciona alguns de apreciarem a arte das arenas, colocando-os por vezes na prática de atitudes contestatárias aos gritos de ódio e violência verbal nas imediações das Praças de Toiros. A esses não há nada a fazer porque não se pode persuadir o insensível.

Não vale a pena!

Manuel Peralta Godinho e Cunha